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Venha conhecer este belo paraíso

A Pantanal Tour tem como  objetivo, fazer com que os clientes venha conhecer este belo paraíso, uma das nossas especialidade e Jaguar Safari. O Pantanal Norte é considerado um dos melhores lugares do mundo para ver onças selvagens…

Melhor Época

Durante a estação seca, de junho a novembro, os jaguares ficam perto dos rios onde encontram água para beber e suas presas favoritas: caimans e capivaras. Os jaguares descansam e andam nas margens do rio, muitas vezes eles entram na água para caçar e tomar um banho fresco.

Além dos jaguares, você terá a oportunidade de fotografar também as lontras de rio (Pteronura brasiliensis), durante suas incríveis cenas de pesca

Sugerimos uma duração de passeio que inclua pelo menos 3 dias completos de safari de jaguar, a fim de garantir o avistamento, mas você pode escolher sua duração preferida de acordo com seu tempo e orçamento.

Pantanal Tour mostra a vida selvagem e natureza entusiasta, e nós garantimos que você vai voltar enriquecido por essa experiência de uma vida! Este passeio leva você para Encontro do Jaguar, tamanduás, Anacondas amarelos , antas, a vasta gama de aves fotogênicos e do reino da outros animais selvagens tropical, longe das multidões.

O Pantanal

O Pantanal é a maior planície alagável do mundo, com 210 mil quilômetros quadrados, dimensões próximas ao tamanho da Grã Bretanha. Cercado por serras e platôs, esta depressão com baixíssima elevação é inundada todos os anos na época da cheia, quando os mais de 175 rios se enchem lentamente e transbordam antes mesmo de chegar a principal saída, a desembocadura do Rio Paraguai, a 2 mil quilômetros de distância. 

Cercado por três biomas, floresta amazônica, cerrado e chaco paraguaio, o Pantanal, que abrange os estados do Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, além de porções na Bolívia e Paraguaia, tem uma das maiores biodiversidades de fauna e flora de todo o continente americano. Já foram catalogadas mais de 3500 espécies de plantas, mil de vertebrados, 124 de mamíferos, 463 de aves, 325 de peixes, 177 de répteis e 41 de anfíbios. 

Com estes números e também pelo fato do Pantanal ser, em grande parte, caracterizado por uma vegetação de cerrado (menos densa do que a Amazônia), não é difícil imaginar que a região é o melhor lugar do Brasil e um dos melhores do mundo para a observação de animais selvagens. Principalmente na época seca, quando a água que não escoou fica presa em lagoas. Neste período a bicharada é vista com facilidade. Transitam entre os cursos e poços de água, os capões, nome dado a pequenas elevações de terra em meio a planície em que se formam porções de mato, e as duas formas de cordilheiras, a primeira compostas por árvores da mesma espécie, a exemplo do buriti (buritizal), e a segunda por árvores de diferentes espécies. 

A Estação Chuvosa

A partir de outubro, as primeiras levas de chuvas começam a regar o centro oeste do Brasil, onde fica o estado do Mato Grosso. O aguaceiro cai sobre as cabeceiras dos rios pantaneiros que nascem nas serras ao redor da planície. Em 24 horas desabam mais de 170 bilhões de litros de água. A inclinação do relevo é muito baixa e lentamente o Pantanal passa a transbordar no sentido de norte a sul.

No meio dos campos, a água se desloca devagar, escoando após a cheia através de vazantes (amplos canais), os corixos, que são riachos perenes, e os inúmeros rios que cortam o imenso alagado. O volume sobre entre dois e cinco metros e a inundação atinge cerca de um quarto de toda a planície. O mais incrível é a transparência das águas, que foi filtrada por capins submersos e aguapés.

A estação da chuva é a época de procriação de muitos anfíbios, répteis e peixes, no épico ciclo da piracema. As onças, por sua vez, migram para o norte, onde o nível da água é menor. Os animais se abrigam nas matas, e nos capões e cordilheiras há grande concentração de fauna.

O Fluxo (Vazante)

Todos os anos, numa rotina sublime, o equilíbrio entre inundação e estiagem renova a expectativa de vida da fauna e flora do pantanal. A partir de abril a chuva dá uma trégua e o mar doce começa a recuar lentamente, no sentido inverso ao que ocorreu no ciclo da cheia. Nem toda a água evapora ou escoa da planície pelas vazantes e corixos. Nos terrenos alagados restaram os lagos, formando um arquipélago, onde muitos peixes e pequenos crustáceos permanecem presos.

Atrás deles vem animais de todas as espécies. Pássaros, jacarés, sucuris, ariranhas, capivaras, antas e, claro, onças. É o melhor momento para observar e fotografar. O cenário é espetacular, com floração e árvores coloridas, borboletas e um pôr do sol diferente a cada dia. As vazantes tem seu auge entre os meses de junho e julho.

A Seca

O período seco começa em agosto, assim como a alta temporada para ver animais selvagens. A água, antes espalhada por toda a planície, está confinada dentro das calhas dos rios e nas lagoas. Conforme o tempo passa, o volume de água diminui na mesma proporção que aumenta a concentração da bicharada.

A cadeia alimentar é notável. Os peixes e crustáceos que não conseguiram voltar para os rios se aglomeram nos lagos. O cenário mais se parece com um banquete oferecido a jacarés, ariranhas e milhares de aves. Seus predadores também não perdem tempo. Sucuris, jaguatiricas, lobos-guarás e onças pintadas estão a espreita da melhor oportunidade para atacar.

Fauna

A biodiversidade da fauna no Pantanal é extraordinária. Os números impressionam. Já foram catalogadas mais de espécies de vertebrados (o que equivale a cerca de um quinto de toda a fauna brasileira. Só de mamíferos são ao menos 124 espécies. As aves, então, nem se fala.

O pantanal é o paraíso dos nossos amigos de bicos e penas, com mais de 463 espécies. Os peixes, por sua vez, que são a base de toda a cadeia alimentar do pantanal, somam 325 tipos, dos gigantes jaús as pequenas e temidas piranhas. A superlativa lista conta ainda com 177 de répteis, 41 de anfíbios, e inimagináveis 1.100 espécies de borboletas.

Flora

A flora é essencialmente composta por vegetação típica do cerrado. Os campos dominam um terço da paisagem do pantanal. São áreas inundáveis, com predominância de gramíneas. Nas chamadas cordilheiras (pequenas elevações de terra não inundável em meio a planície), nascem acuris, aroeiras, pequis, ipês e muitas outras árvores que dão abrigo aos animais.

Outra composição típica do pantanal são fragmentos de matas composto por árvores da mesma espécie. Se forem buritis, será chamado de buritizal; carandás, o nome é carandazal; e por ai vai. O capão é outro ícone da vegetação pantaneira, caracterizado por manchas de vegetação arbórea, de cerrado, cerradão ou mata, formando verdadeiras ilhas nos campos.

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